“Só se morre uma vez mas é pra sempre”

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Escritor, dramaturgo, humorista, desenhista, cronista, roteirista, jornalista e tantos outros em um só. Esse foi Millôr Fernandes., um homem que ensinou várias gerações a pensar e mais, a criticar.

Millôr nasceu na verdade, Milton. Mas a caligrafia daquela época, tão elaborada acabou por criar confusão e a letra L seguida da letra T, viraram os “éles” unidos, o N do final, parecia mais um R. Assim ficou. E logo toda a família aceitou o destino e o nomeou como queria o cartório.

Millôr morreu nessa terça-feira, 27 de março de 2012, aos 87 anos e em casa, no bairro de Ipanema (RJ). Ele teve falência múltipla dos órgãos.

Foi uma pessoa multimídia, muito antes dessa palavra começar a circular por aí. E claro, marcou presença em importantes veículos impressos no Brasil, tais como O cruzeiro, Veja, Jornal do Brasil e o alternativo e polêmio O Pasquim.

Mas, uma curiosidade: poucos sabem que foi também Millôr um dos idealizadores do frescobol (esporte de praia jogado por duas pessoas).

Taí, Millôr foi praticamente um “Bombril”, multiuso, multiprofissional.

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